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Sou um simples ser humano... Também caminho as vezes sem rumo, As vezes caminho em uma certa direção... Sou eu um simples ser humano... Que ri, Que sonha, Que brinca, Que corre... Sou um ser humano... Aprendendo sempre a viver...

sábado, 20 de junho de 2009

A dor da ausência...

Hoje não tenho palavras para dizer,
Nada descreve o que posso sentir,
Nada ilustra o que vivi...
A ausência que o vento exala,
Transborda com a lágrima da alma,
A dor que deveras sente,
Sem rimas,
Sem sinas,
Ausência somente...
Hoje não há canção,
Pois a melodia calou-se,
O silêncio é solidário,
À dor do coração...
A ausência,
A carência,
A perda,
O segredo...
A dor que c
o
nsome aos poucos,
A alegria que a face exibe,
Não se sabe ao certo,
Se fora antes,
Ou virá depois,
A doce chuva,
De um olhar inerte,
Preso ao passado,
Ao adeus...
A dor da ausência,
Que padece,
Não se esquece,
Apenas lateja,
Almeja,
Mais uma chance,
De viver...

As palavras chamam...

As palavras insistem em me chamar,
Mas não há nada a dizer,
Pensamento a vagar,
Mente a enlouquecer,
E as horas passam...
O frio de outono,
Tornara-se inverno,
E cada passo do caminho,
Que antes era conhecido,
Tornara-se incerto...
As palavras chamam,
Gritam por um sonho,
E não há resposta,
Cheguei a ir além,
Mas não era onde devia estar,
E ao reabrir os olhos,
Novamente teria de recomeçar...
As palavras choram,
E carregadas de significados,
Moldam cada linha,
E embora nada possam dizer,
Elas dizem,
Que dentro de meu ser,
Ainda vivem...
A alma sutilmente cala-se,
E a única imagem a formar,
È o doce encontro,
Que em breve ocorrerá...
Não foi o ontem,
Não será ao pôr-do-sol,
Mas em meio ao medo,
Nada no mundo será igual...

O que seria diferente...

Fiquei imaginando o que seria diferente,
Em cada amanhecer,
Em cada anoitecer,
Em cada por de sol,
Ou gota de chuva,
Em cada brisa,
Em cada estação...
Mas nada entendia,
O que poderia ser diferente?
Foi então que me deparei com teus olhos,
A intensidade de seu coração,
A pureza de seus sonhos,
A verdade em tua fala...
O que torna cada momento diferente,
Não é o lugar,
Não é a melodia,
Não é a razão...
O que torna o instante diferente,
É o sentimento,
Que suavemente nasce,
E eternamente se enraíza,
Em nossa alma,
Transformando cada minuto,
Em uma doce emoção...

Marca de uma lágrima...

As palavras escritas de agora em diante,
Possuem a marca de uma lágrima,
Oh não, não estão molhadas,
Tão pouco borradas,
Mas serão palavras de maior sentimento...
Queria eu ao te rever,
Olhar em teus olhos e buscar o silêncio...
Abraçar teu corpo,
Buscar o calor...
Beijar teus lábios,
E encontrar minha paz...
Quisera eu não hesitar,
Alias não precisar hesitar,
E não desistir antes ao menos de tentar...
A lágrima derramada a cada palavra,
Não está visível,
È a lagrima da alma,
Que calada apenas sente,
Sente o que deveria ter sido,
E o que tem de ser...
Mas há mais um dia,
Quisera eu que fosse mais tempo,
Para poder respirar teu perfume,
Ouvir tua voz,
Ver teu sorriso...
Não sei onde mais buscar,
A luz está fraca,
Quisera eu ser o farol a te guiar de volta a mim...
A marca da lagrima que os olhos não derramam,
Mas o coração sente a dor,
Como partes de si arrancadas,
E nada podendo fazer,
Sem som,
Sem rumo,
Sem mundo...
A lágrima apenas marca,
Mais um dia,
Um minuto,
Todo o tempo que afasta-me de você...

domingo, 10 de maio de 2009

Se olhasses...

Se um dia, por um segundo que fosse,
Olhasses dentro de meus olhos....
Talvez, acabasse por acreditar...
E ao mesmo tempo arrependesses,
Por não antes te-los buscado,
Ah...como um segundo valeria tanto,
E tão pouco dedicado,
Esquecer-se ia desse mundo,
E apagar-se ia o passado...
Tão esperado instante,
Que a brisa permitiu,
E depois de um olhar...
Uma despedida...um adeus...
Por um segundo simplório,
Que jamais dantes viu,
O infinito que tanto busca,
Que para sempre partiu...
Se eu morresse hoje,
Não sei qual seria a bagagem que minha alma levaria,
Talvez a minha família,
A quem tanto amo,
Com quem tanto aprendi...
Se morresse neste exato minuto,
O que teria conquistado?
Talvez meus amigos,
Os que conheci na infância e que hoje já não vejo,
E aqueles que ainda não tive a oportunidade de conhecer...
Se a morte me levasse,
Eu enfim reaprenderia a voar,
Mas será que um dia voei?
Ah morte...
Um ligeiro estado de sono,
Um sono que hora ou outra há de tomar-me,
Mas então o que me restaria?
Um simples olhar,
Que ainda não olhei,
Um simples sonho que ainda não sonhei,
Um simples amor,
Que ainda não tocou meu coração...
Ah...doce véu,
Que cobriria meu rosto,
E por um momento,
Nada mais existiria...
A não ser o caminho,
Que ainda me separaria de você...
Somente o silêncio seria a companhia,
O frio,
A escuridão,
E a morte,
Se eu morresse,
Teria sido em vão...

Tornara-se parte do vento...

Tornara-se parte do vento,
Pois, nem a água do mar,
Nem cada pedaço de terra,
Poderiam aponta-lhe a direção...
O limite exaustivo,
Como outrora apagara-se o passado,
E o desejo,
O vicio,
O chamado...
Um vazio a cercar-lhe,
Por tantos lugares a pousar,
E somente a solidão encontrar...
Mas conhecesses a espera,
O tesouro escrito no mapa,
E uma bussola prateada,
A acompanhar-lhe rumo ao nada...
Ora cegamente imploras,
Ora loucamente recusas,
Não sabes se quer,
Se podes ou não admitir...
Presume-se a verdade,
E briga com a realidade,
Nem acima, nem abaixo,
Onde está?
O Senhor tempo,
Conduzi-lhe...
Hoje o ontem,
O mistério,
Sem nexo, sem escolhas...
Apenas a observar,
Permaneço imóvel,
Às vezes a soprar-lhe palavras,
Mas tornara-se parte do vento,
Não existe,
Não persiste,
Parte do vento,
Que caminha,
Que não se domina,
Que esfria,
Que aquece,
Que grita,
Emudece,
E somente busca se completar...
Parte do vento,
Do centro,
Parte do passado,
Do presente,
E eu, só a observar,
O que sentes....

Se eu eu dissesse...

Se eu dissesse que te amo,
Daquele Amor irresistível,
E que nada mais gostaria,
Do que te ter ao meu lado,
Sem nenhuma hesitação,
Certamente mentiria,
E tudo o que acredito,
Na mesma hora morreria,
Pois amor assim de repente,
Sem sentir,
Sem tocar,
Ah!
Desta forma incoerente,
Não...
Não sinto...
Não sentiria...
Mas, porém,
Se te dissesse,
Amar-te...
Do amor mais puro que existe,
Ao qual nem a noite mais escura omite,
Ah!
Um amor tão doce,
Que o tempo não poderia apagar,
Nem ao menos esfriar,
Por ser um amor de escolha,
De sonhos,
De inocência,
Nascido por ser semeado,
Ah!
Neste sim acredito,
Pois,
Tão lentamente a ser plantado,
Diria eu que Amo...
Mas isso é um segredo,
Não deve ser revelado,
Amar assim até dá medo,
Pois poderia ser contrariado,
Mas nada de ser anormal,
Porque amor pra ser real,
Às vezes deve ser castigado...
Não um castigo de escravos,
Mas o simples obstáculo,
A distância entre chão e o céu...

segunda-feira, 23 de março de 2009

Velha infancia...


Make on Snapvine

Oceano...








Ah como eu queria ser um anjo...
Poder voar pelo céu e tocar um coração...
Ser um anjo e apenas Amar...

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Amar.......

Amar...
É tao facil,
Tao simples,
O dificil é deixar de amar...
Mas para q deixar de amar?
Se o amor te torna sublime,
E te faz motivo de viver,
Mesmo que distante,
Errante,
Sempre te mostra,
A esperança,
E a vontade,
De vencer.....

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Presente do Nando....meu amigo do core.....

Olhares perdidos na noite
Lembranças, sonhos, medos
Um filme paira no ar
Pensamentos com vida própria
Fogem ao meu controle
Me revelando
Me iludindo
Me encantando
Mais um dia
Mais uma noite
Menos um dia
Menos uma noite
Em minha jornda
Rumo ao desconhecido.

(Fernando q escreveu....pra mim)

Fer vc mora no meu core....bjuuuuuuuu

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Engraçado....

Engraçado como a noite fica tão escura sem luar...
Engraçado como as multidões parecem apenas vulto,
Cada um fechado dentro de si,
Imaginando o que seus problemas tem de especial...
Cada um querendo dar a devida importância ao medo...
Cada um querendo ser herói...
Engraçado como as horas passam,
Não há estrela no céu,
A noite está quente,
E mesmo assim insegura,
Ingênua sorri,
Oh!
Brisa de verão,
Que docemente toca minha face,
Não sei bem o que espero na noite...
Onde estou agora...
Onde queria estar...
Frases incompletas,
Para alguém,
Que apenas deseja sonhar...
Não viver de sonhos,
Mas ser capaz
De suavemente vivenciá-los
A cada dia...