As palavras escritas de agora em diante,
Possuem a marca de uma lágrima,
Oh não, não estão molhadas,
Tão pouco borradas,
Mas serão palavras de maior sentimento...
Queria eu ao te rever,
Olhar em teus olhos e buscar o silêncio...
Abraçar teu corpo,
Buscar o calor...
Beijar teus lábios,
E encontrar minha paz...
Quisera eu não hesitar,
Alias não precisar hesitar,
E não desistir antes ao menos de tentar...
A lágrima derramada a cada palavra,
Não está visível,
È a lagrima da alma,
Que calada apenas sente,
Sente o que deveria ter sido,
E o que tem de ser...
Mas há mais um dia,
Quisera eu que fosse mais tempo,
Para poder respirar teu perfume,
Ouvir tua voz,
Ver teu sorriso...
Não sei onde mais buscar,
A luz está fraca,
Quisera eu ser o farol a te guiar de volta a mim...
A marca da lagrima que os olhos não derramam,
Mas o coração sente a dor,
Como partes de si arrancadas,
E nada podendo fazer,
Sem som,
Sem rumo,
Sem mundo...
A lágrima apenas marca,
Mais um dia,
Um minuto,
Todo o tempo que afasta-me de você...
sábado, 20 de junho de 2009
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