Se eu dissesse que te amo,
Daquele Amor irresistível,
E que nada mais gostaria,
Do que te ter ao meu lado,
Sem nenhuma hesitação,
Certamente mentiria,
E tudo o que acredito,
Na mesma hora morreria,
Pois amor assim de repente,
Sem sentir,
Sem tocar,
Ah!
Desta forma incoerente,
Não...
Não sinto...
Não sentiria...
Mas, porém,
Se te dissesse,
Amar-te...
Do amor mais puro que existe,
Ao qual nem a noite mais escura omite,
Ah!
Um amor tão doce,
Que o tempo não poderia apagar,
Nem ao menos esfriar,
Por ser um amor de escolha,
De sonhos,
De inocência,
Nascido por ser semeado,
Ah!
Neste sim acredito,
Pois,
Tão lentamente a ser plantado,
Diria eu que Amo...
Mas isso é um segredo,
Não deve ser revelado,
Amar assim até dá medo,
Pois poderia ser contrariado,
Mas nada de ser anormal,
Porque amor pra ser real,
Às vezes deve ser castigado...
Não um castigo de escravos,
Mas o simples obstáculo,
A distância entre chão e o céu...
domingo, 10 de maio de 2009
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