Tornara-se parte do vento,
Pois, nem a água do mar,
Nem cada pedaço de terra,
Poderiam aponta-lhe a direção...
O limite exaustivo,
Como outrora apagara-se o passado,
E o desejo,
O vicio,
O chamado...
Um vazio a cercar-lhe,
Por tantos lugares a pousar,
E somente a solidão encontrar...
Mas conhecesses a espera,
O tesouro escrito no mapa,
E uma bussola prateada,
A acompanhar-lhe rumo ao nada...
Ora cegamente imploras,
Ora loucamente recusas,
Não sabes se quer,
Se podes ou não admitir...
Presume-se a verdade,
E briga com a realidade,
Nem acima, nem abaixo,
Onde está?
O Senhor tempo,
Conduzi-lhe...
Hoje o ontem,
O mistério,
Sem nexo, sem escolhas...
Apenas a observar,
Permaneço imóvel,
Às vezes a soprar-lhe palavras,
Mas tornara-se parte do vento,
Não existe,
Não persiste,
Parte do vento,
Que caminha,
Que não se domina,
Que esfria,
Que aquece,
Que grita,
Emudece,
E somente busca se completar...
Parte do vento,
Do centro,
Parte do passado,
Do presente,
E eu, só a observar,
O que sentes....
domingo, 10 de maio de 2009
Se eu eu dissesse...
Se eu dissesse que te amo,
Daquele Amor irresistível,
E que nada mais gostaria,
Do que te ter ao meu lado,
Sem nenhuma hesitação,
Certamente mentiria,
E tudo o que acredito,
Na mesma hora morreria,
Pois amor assim de repente,
Sem sentir,
Sem tocar,
Ah!
Desta forma incoerente,
Não...
Não sinto...
Não sentiria...
Mas, porém,
Se te dissesse,
Amar-te...
Do amor mais puro que existe,
Ao qual nem a noite mais escura omite,
Ah!
Um amor tão doce,
Que o tempo não poderia apagar,
Nem ao menos esfriar,
Por ser um amor de escolha,
De sonhos,
De inocência,
Nascido por ser semeado,
Ah!
Neste sim acredito,
Pois,
Tão lentamente a ser plantado,
Diria eu que Amo...
Mas isso é um segredo,
Não deve ser revelado,
Amar assim até dá medo,
Pois poderia ser contrariado,
Mas nada de ser anormal,
Porque amor pra ser real,
Às vezes deve ser castigado...
Não um castigo de escravos,
Mas o simples obstáculo,
A distância entre chão e o céu...
Daquele Amor irresistível,
E que nada mais gostaria,
Do que te ter ao meu lado,
Sem nenhuma hesitação,
Certamente mentiria,
E tudo o que acredito,
Na mesma hora morreria,
Pois amor assim de repente,
Sem sentir,
Sem tocar,
Ah!
Desta forma incoerente,
Não...
Não sinto...
Não sentiria...
Mas, porém,
Se te dissesse,
Amar-te...
Do amor mais puro que existe,
Ao qual nem a noite mais escura omite,
Ah!
Um amor tão doce,
Que o tempo não poderia apagar,
Nem ao menos esfriar,
Por ser um amor de escolha,
De sonhos,
De inocência,
Nascido por ser semeado,
Ah!
Neste sim acredito,
Pois,
Tão lentamente a ser plantado,
Diria eu que Amo...
Mas isso é um segredo,
Não deve ser revelado,
Amar assim até dá medo,
Pois poderia ser contrariado,
Mas nada de ser anormal,
Porque amor pra ser real,
Às vezes deve ser castigado...
Não um castigo de escravos,
Mas o simples obstáculo,
A distância entre chão e o céu...
segunda-feira, 23 de março de 2009
domingo, 22 de março de 2009
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Amar.......
Amar...
É tao facil,
Tao simples,
O dificil é deixar de amar...
Mas para q deixar de amar?
Se o amor te torna sublime,
E te faz motivo de viver,
Mesmo que distante,
Errante,
Sempre te mostra,
A esperança,
E a vontade,
De vencer.....
É tao facil,
Tao simples,
O dificil é deixar de amar...
Mas para q deixar de amar?
Se o amor te torna sublime,
E te faz motivo de viver,
Mesmo que distante,
Errante,
Sempre te mostra,
A esperança,
E a vontade,
De vencer.....
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