quarta-feira, 4 de novembro de 2009
sábado, 20 de junho de 2009
A dor da ausência...
Hoje não tenho palavras para dizer,
Nada descreve o que posso sentir,
Nada ilustra o que vivi...
A ausência que o vento exala,
Transborda com a lágrima da alma,
A dor que deveras sente,
Sem rimas,
Sem sinas,
Ausência somente...
Hoje não há canção,
Pois a melodia calou-se,
O silêncio é solidário,
À dor do coração...
A ausência,
A carência,
A perda,
O segredo...
A dor que consome aos poucos,
A alegria que a face exibe,
Não se sabe ao certo,
Se fora antes,
Ou virá depois,
A doce chuva,
De um olhar inerte,
Preso ao passado,
Ao adeus...
A dor da ausência,
Que padece,
Não se esquece,
Apenas lateja,
Almeja,
Mais uma chance,
De viver...
Nada descreve o que posso sentir,
Nada ilustra o que vivi...
A ausência que o vento exala,
Transborda com a lágrima da alma,
A dor que deveras sente,
Sem rimas,
Sem sinas,
Ausência somente...
Hoje não há canção,
Pois a melodia calou-se,
O silêncio é solidário,
À dor do coração...
A ausência,
A carência,
A perda,
O segredo...
A dor que consome aos poucos,
A alegria que a face exibe,
Não se sabe ao certo,
Se fora antes,
Ou virá depois,
A doce chuva,
De um olhar inerte,
Preso ao passado,
Ao adeus...
A dor da ausência,
Que padece,
Não se esquece,
Apenas lateja,
Almeja,
Mais uma chance,
De viver...
As palavras chamam...
As palavras insistem em me chamar,
Mas não há nada a dizer,
Pensamento a vagar,
Mente a enlouquecer,
E as horas passam...
O frio de outono,
Tornara-se inverno,
E cada passo do caminho,
Que antes era conhecido,
Tornara-se incerto...
As palavras chamam,
Gritam por um sonho,
E não há resposta,
Cheguei a ir além,
Mas não era onde devia estar,
E ao reabrir os olhos,
Novamente teria de recomeçar...
As palavras choram,
E carregadas de significados,
Moldam cada linha,
E embora nada possam dizer,
Elas dizem,
Que dentro de meu ser,
Ainda vivem...
A alma sutilmente cala-se,
E a única imagem a formar,
È o doce encontro,
Que em breve ocorrerá...
Não foi o ontem,
Não será ao pôr-do-sol,
Mas em meio ao medo,
Nada no mundo será igual...
Mas não há nada a dizer,
Pensamento a vagar,
Mente a enlouquecer,
E as horas passam...
O frio de outono,
Tornara-se inverno,
E cada passo do caminho,
Que antes era conhecido,
Tornara-se incerto...
As palavras chamam,
Gritam por um sonho,
E não há resposta,
Cheguei a ir além,
Mas não era onde devia estar,
E ao reabrir os olhos,
Novamente teria de recomeçar...
As palavras choram,
E carregadas de significados,
Moldam cada linha,
E embora nada possam dizer,
Elas dizem,
Que dentro de meu ser,
Ainda vivem...
A alma sutilmente cala-se,
E a única imagem a formar,
È o doce encontro,
Que em breve ocorrerá...
Não foi o ontem,
Não será ao pôr-do-sol,
Mas em meio ao medo,
Nada no mundo será igual...
O que seria diferente...
Fiquei imaginando o que seria diferente,
Em cada amanhecer,
Em cada anoitecer,
Em cada por de sol,
Ou gota de chuva,
Em cada brisa,
Em cada estação...
Mas nada entendia,
O que poderia ser diferente?
Foi então que me deparei com teus olhos,
A intensidade de seu coração,
A pureza de seus sonhos,
A verdade em tua fala...
O que torna cada momento diferente,
Não é o lugar,
Não é a melodia,
Não é a razão...
O que torna o instante diferente,
É o sentimento,
Que suavemente nasce,
E eternamente se enraíza,
Em nossa alma,
Transformando cada minuto,
Em uma doce emoção...
Em cada amanhecer,
Em cada anoitecer,
Em cada por de sol,
Ou gota de chuva,
Em cada brisa,
Em cada estação...
Mas nada entendia,
O que poderia ser diferente?
Foi então que me deparei com teus olhos,
A intensidade de seu coração,
A pureza de seus sonhos,
A verdade em tua fala...
O que torna cada momento diferente,
Não é o lugar,
Não é a melodia,
Não é a razão...
O que torna o instante diferente,
É o sentimento,
Que suavemente nasce,
E eternamente se enraíza,
Em nossa alma,
Transformando cada minuto,
Em uma doce emoção...
Marca de uma lágrima...
As palavras escritas de agora em diante,
Possuem a marca de uma lágrima,
Oh não, não estão molhadas,
Tão pouco borradas,
Mas serão palavras de maior sentimento...
Queria eu ao te rever,
Olhar em teus olhos e buscar o silêncio...
Abraçar teu corpo,
Buscar o calor...
Beijar teus lábios,
E encontrar minha paz...
Quisera eu não hesitar,
Alias não precisar hesitar,
E não desistir antes ao menos de tentar...
A lágrima derramada a cada palavra,
Não está visível,
È a lagrima da alma,
Que calada apenas sente,
Sente o que deveria ter sido,
E o que tem de ser...
Mas há mais um dia,
Quisera eu que fosse mais tempo,
Para poder respirar teu perfume,
Ouvir tua voz,
Ver teu sorriso...
Não sei onde mais buscar,
A luz está fraca,
Quisera eu ser o farol a te guiar de volta a mim...
A marca da lagrima que os olhos não derramam,
Mas o coração sente a dor,
Como partes de si arrancadas,
E nada podendo fazer,
Sem som,
Sem rumo,
Sem mundo...
A lágrima apenas marca,
Mais um dia,
Um minuto,
Todo o tempo que afasta-me de você...
Possuem a marca de uma lágrima,
Oh não, não estão molhadas,
Tão pouco borradas,
Mas serão palavras de maior sentimento...
Queria eu ao te rever,
Olhar em teus olhos e buscar o silêncio...
Abraçar teu corpo,
Buscar o calor...
Beijar teus lábios,
E encontrar minha paz...
Quisera eu não hesitar,
Alias não precisar hesitar,
E não desistir antes ao menos de tentar...
A lágrima derramada a cada palavra,
Não está visível,
È a lagrima da alma,
Que calada apenas sente,
Sente o que deveria ter sido,
E o que tem de ser...
Mas há mais um dia,
Quisera eu que fosse mais tempo,
Para poder respirar teu perfume,
Ouvir tua voz,
Ver teu sorriso...
Não sei onde mais buscar,
A luz está fraca,
Quisera eu ser o farol a te guiar de volta a mim...
A marca da lagrima que os olhos não derramam,
Mas o coração sente a dor,
Como partes de si arrancadas,
E nada podendo fazer,
Sem som,
Sem rumo,
Sem mundo...
A lágrima apenas marca,
Mais um dia,
Um minuto,
Todo o tempo que afasta-me de você...
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