A noite escureceu mais cedo,
O frio estava intenso,
E a névoa descia a tocar o chão...
A escuridão jazia silenciosa...
E a brisa acompanhava os passos,
Rumo ao desconhecido,
Ao pensamento da alma...
Era noite de outono,
Ela voltava pra casa,
Após um longo dia...
Embora seu corpo estivesse gélido,
Ela conseguia admirar a névoa,
Como se o céu resolvesse passear
Por entre as ruas...
Uma visão majestosa,
Única, solene,
Talvez não tenha durado muito,
Mas foi o bastante para lhe extasiar...
Tornara-se mais uma lembrança,
Não registrada em imagem,
Mas em um grande momento...

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