Quem sou eu

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Sou um simples ser humano... Também caminho as vezes sem rumo, As vezes caminho em uma certa direção... Sou eu um simples ser humano... Que ri, Que sonha, Que brinca, Que corre... Sou um ser humano... Aprendendo sempre a viver...

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Mais um dia de verão...

Mais um dia de verão,

O calor abraçando meu corpo,

Uma brisa suave e nuvens a dançar no céu...

A tarde chega ligeira,

O céu claro pouco a pouco,

Cede lugar a sombra das nuvens carregadas...

A brisa leve se torna áspera,

E sorrateiramente a chuva vem...

Pingos grossos a anunciar sua visita,

Como se fossem batidas na porta,

De quem não se espera...

Ao avisar sua chegada,

O manto de água se forma,

Banhando as aves,

Que brincam voando mansamente,

E delicadamente pousando nas árvores do jardim...

Contraste de sol e chuva,

Pintando um lindo arco-íris,

Que agracia os olhos,

Leva aos sonhos de infância,

Quem um dia acreditou em duendes e fadas...

A noite chega,

A chuva cessa,

O calor se foi,

A magia da natureza,

Mais uma vez,

Demonstra sua sublime forma,

E perante sua majestade,

Desenha em poucas horas,

O verdadeiro motivo de viver...

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Percebo...

Percebo que estou apenas num labirinto,

Perdido em meus próprios enlaces de desejos,

De um amor não correspondido e me perdendo

Dentro de um labirinto sem entrada e saída...

Sigo a luz da razão, apenas por seguir...

Por fim,

Apenas espero, apenas espero...

Que o amor chegue, meu fogo apague e a paixão,

Seja substituída pela razão...

Razão, mas o que seria a razão,

Se não uma verdade completa,

Uma maneira de habilitar a consciência,

Para impedir que o coração se abra...

Mas tal dor que me apavora sucumbe às noites sombrias...

Que sonhos clamaram...

Um sorriso,

E se apagaram...

Em memórias,

Amor, doce amor que não me tens,

Sentimento tão delicado,

E tão forte, que me mantém...

Brisa leve de verão,

Que refresca minha mente,

Atende a um pedido meu

Purifica minha alma,

Para que tal amor, não me controle,

Mas que apenas me deseje o bem...

(escrito a duas mãos Paulo e Mary)

domingo, 13 de janeiro de 2008

Quem sabe...

Quem sabe as estrelas do céu,

Quem sabe as águas do mar,

Possa um dia falar o que eu sinto,

Dentro do meu coração...

Quem sabe a chuva de outono,

Quem sabe o sol de verão,

Talvez a lua de prata trazendo

Uma nova estação,

Traduzindo este sentimento,

No olhar,

Ou na simples canção...

Quem sabe a flor do jardim,

Quem sabe o silêncio da noite,

Cada imagem a admitir,

O espelho da alma...

Quem sabe...

Adormecer em sonhos,

Flutuar em emoções,

Acordar em devaneios,

E sorrir...

Apenas viver...

Apenas sentir...

Apenas poder dizer...

Que amo...


sábado, 12 de janeiro de 2008

Estrela...

Às vezes me perco em meus pensamentos,

Me acho em mim mesmo,

Dentro de duvidas,

Além do mar,

Da terra,

Do céu...

Me encontro nas areias da praia,

Em meus devaneios

De um sonho desfeito,

Entre as ondas do mar,

Que se desfazem

Como as palavras ao vento...

Percebo a luz,

Que me faz ver,

O que meus olhos não vêem...

Mais vejo com o coração,

Que sonhos não se desfazem,

Apenas se contrapõem

Em nossas realidades,

Assim como as estrelas,

Que marcam nosso caminho dentro de nossas vidas,

Assim como nos guiam pelo céu

Preenchido pelo amor da lua,

Pela estrada das nuvens...

Apenas me perco em meus devaneios,

Me vejo sendo lavado pelas águas do mar,

Vejo meus sonhos que se desfazem

Se transformarem em realidade...

Uma realidade,

Apenas percebida pelo meu coração,

E vista pelas estrelas,

Que testemunham minhas fantasias,

De um desejo impossível,

Dentro do possível de uma vida,

De uma paixão de um coração apaixonado...

Que apenas adormece,

Nas areias de uma praia chamada desejo,

De um mar chamado amor,

E das luzes das estrelas,

Chamada paixão,

E com o calor que aquece esse desejo chamado lua...

O dia amanhece,

O silêncio pouco a pouco é quebrado,

A melodia dos pássaros,

A cantar o bom dia,

E eu perdida em meus pensamentos...

A brisa leve ronda meu corpo,

As ondas do mar a dançar,

O dia assim se vai...

Novamente vem a noite,

Doce,

Serena,

E a estrela mais brilhante surge...

Os sonhos,

Segredos,

Como um olhar a me observar...

As nuvens tomam conta do céu,

O olhar se esconde,

A chuva cai...

Lágrimas doces,

De saudade,

De lembranças,

De infinitos suspiros...

Banhando a alma,

Tornando possível,

Despertar a intensidade,

Enlace profundo,

Que enobrece e afaga,

A face quente,

Que espera,

Que chama,

Que toca,

E encontra o verdadeiro destino,

Chamado simplesmente amor...

(escrita a duas mãos Paulo and Mary)

A vida....

"Às vezes a vida é tão boa,

Que nem precisamos viver para desfrutá-la...
Às vezes a vida é tão injusta,

Que só pensamos em tristeza...
Às vezes a vida é tão dura,

Que nosso coração vira concreto...
Aquele concreto que se chama descrença,

De que às vezes acreditamos que possamos acreditar...
Às vezes acreditamos tanto,

Que vivemos um sonho,

Tão irreal que de tão perfeito machuca...
Às vezes o que queremos se encontra na distância de nosso olhar...
Às vezes se encontra do outro lado de uma tela colorida,

Chamada de virtual...
Mais qual a diferença da vida virtual ou na distância de um olhar...
Apenas a coragem e a força de vontade de acreditar,

Que possa existir uma vida a dois...
Às vezes a vida nos separa,

Pra nos encontrarmos no futuro,

Próximo ou distante,

Mais nunca acreditamos nisso...
Pois nós mesmos,

Criamos barreira pra nossa felicidade...
Então o que a vida tem de bom...
Nada..."

Nada...

Mas porque se chama vida?

Imperfeita,

E descrita...

Em instantes...

Em medos...

Em lutas...

Em vitórias...

Em olhares...

Nada...

Vazio,

Estrelas,

Brisa,

Lagrimas...

Nada...

Mas...

De repente...

Nos descobrimos...

Insistentes...

Crentes...

De que coisas boas virão...

O nada vira novamente sonho...

E de sonho em sonho...

Moldamos nosso coração...

(escrita a duas mãos....Paulo and...Mary)

domingo, 6 de janeiro de 2008

As vezes imaginamos...

As vezes sonhamos...

Imaginamos que as gotas da felicidade...

Estariam ali a nossa frente,

Onde poderíamos tocar,

Sem ao menos,

Nos mudar de lugar....

De repente nos deparamos com a distancia...

E ao mesmo tempo insegurança,

Um medo forte de arriscar...

O coração bate forte,

Chega a doer por não poder entender tal sentimento....

Um ciúme doce...

Um vazio por estar longe...

E a tristeza de dizer palavras....

Que a indiferença não deseja escutar....

Um sofrimento,

Uma lágrima,

Apenas amor...

E mais nada...

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Me falta.....

Quando estou em terra firme,

Me falta o mar,

Mas quando estou a navegar,

Meu porto seguro onde está?

Quando estou a caminhar,

Me falta a liberdade pra voar,

Mas quando estou no céu,

Me falta o chão para pousar...

Contrastes da vida,

Em incertezas de sonhar,

Desejo de aprender,

Desejos de amar...

Quando estou em terra firme,

Me falta o mar,

Mas quando estou a navegar,

Meu porto seguro onde está?

Paraíso tropical,

Em tarde de verão,

Renova o segredo,

Presente no coração...

Quando estou a caminhar,

Me falta a liberdade pra voar,

Mas quando estou no céu,

Me falta o chão para pousar...

A noite bela que me adormece,

Estrela cadente,

Que me conduz,

Traduz o pleno sentimento,

Que a minha alma possui...

Quando estou em terra firme,

Quando estou no mar,

Quando estou no céu,

Quando estou a caminhar...

Meu porto seguro,

Meu chão,

Meu mar,

Meu céu...

Palavras a descrever,

O que está dentro de meu ser,

Simplificando verdades,

Que espero um dia conhecer...